Life is a maze and love is a riddle. I don't know where to go.

12 de julho de 2011

Olhem só o que encontrei

Não foi apenas tempo perdido, disso eu sei. Alguém vai escutar. Até sei quem...
Basta uma pequena mudança da expressão facial, tudo muda e tu percebes. Simbolicamente, ou não, tu percebes.

Lembras-te disto? Era, nem mais nem menos que, para ti.
Eu sei que tu és capaz de perceber tudo em mim, mesmo quando mostras exactamente o contrário. Afinal de contas, foste quem me ouviu sempre e quem eu preciso que me continue a ouvir porque eu vou ter sempre algo para (te) dizer.
E tal como eu sei que me ouves, tu também sabes que te oiço e percebo. (Colabora comigo!) Queres uma prova antiga disso?

(...) Isso assusta-me, como também me assusta sentir-me inútil e alheia por nada saber fazer. Quero compreender, quero perceber, quero saber. (...) E o jogo complica-se e eu não sei com que tecla jogar. A fase de sorrir para esquecer já passou e pouco resta, pouco restou.
Já não passa ao lado, em branco e sem importância. Palavras, palavras, palavras. Um dia vais descobri-las e dar-me razão. Dar razão a algo que tem tanto de (in)significante como de verdadeiro. Aí, o sol vai brilhar e as mágoas ficarão apenas aqui. Esquecidas.
Tudo vai voltar, sorri.

Foi isto que encontrei. E agora apercebo-me de que eu sempre quis dizer o mesmo, aliás, eu sempre disse o mesmo.

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