Quase todas as noites, mesmo antes de estar prestes a adormecer,
pego no telemóvel. Fico à
espera que me digas algo.
Olho...
e nada.
Olho mais uma vez e
continuo sem receber nada.
Volto a fechar os olhos. E
volto a abrir. Lá estão as
luzinhas do telemóvel. Pronto,
és tu.
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